PROF. PAULO SÉRGIO

PALESTRANTE  INTERNACIONAL

Sócio-Diretor do

GUARÁ SERVIÇOS DE

CONTABILIDADE

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  • Jeff Porciúncula

Abaixo os "pangarés"

Em vendas não existe padrão de atendimento. Nessa área não se pode decorar processos e crer que tudo estará resolvido. Na maioria das profissões que dependem de conhecimento, do ato de pensar para decidir o que fazer, não existe padrão, existem sim, pessoas destinadas e obstinadas a fazerem o melhor, a dedicarem-se pelo que fazem, com atitude, preparação, motivação, força de vontade, pensamento positivo e muito mais. O perfil do profissional que o mercado exige é esse.

Não podemos mais admitir “pangarés”, pessoas medíocres num mercado tão competitivo e exigente como o de hoje. Pessoas que estragam todo um processo de marketing da empresa, simplesmente não atendendo bem aos clientes.

Na mesma linha de pensamento, não podemos admitir “chefes”, aqueles gerentes do tempo das cavernas, que não reconhecem que a única coisa que presta em uma empresa são as pessoas. Todavia, se não souber valorizá-las, provavelmente, elas serão responsáveis pelo fracasso empresarial. Isso não justifica, porém, explica o fato de mais de 50% das empresas brasileiras, dentre outros fatores, quebrarem em menos de dois anos, segundo estatísticas do SEBRAE.

Vários problemas e sintomas são atribuídos a essa “quebradeira”. Entretanto, precisamos ser incisivos em afirmar que o maior motivo é a falta de valorização dos recursos humanos, que não são extraídos no seu potencial absoluto, por essa ausência de valorização. E não estamos falando apenas do aspecto financeiro; dinheiro não é tudo, mas quase todos gostam. Além de dinheiro, as pessoas querem respeito, reconhecimento humano, elogios, satisfação, ambiente de trabalho saudável e amistoso.

Muitas empresas das quais prestamos consultoria, tiveram aumentos significativos em seus lucros, aumentando a remuneração dos seus colaboradores, o que, para muitos, seria a contramão da solução. Porém, somados a essas remunerações, estavam treinamentos, reconhecimento coletivo do potencial e dedicação do colaborador, dentre outras formas de recompensas, que elevam o moral das pessoas eficazes.

Para que um profissional torne-se eficaz, primeiramente, ele precisa querer se tornar um. Depois, vem os passos mais difíceis, que são: acreditar que é possível, ter atitude, que é agir e, principalmente, ser resiliente, que é a capacidade de enfrentar e superar as adversidades da vida e da profissão. Posso aconselhá-lo da seguinte maneira: “tudo aquilo que você é capaz de pensar que pode, é porque você pode”. Mas só pensar, sem agir com resiliência, é quase tão pouco quanto nada!

Pense nisso e muitas felicidades na sua profissão!

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